A inteligência artificial (IA) consolidou-se como um fator central na aplicação de conhecimento e na estruturação de resultados no ambiente corporativo. O impacto da tecnologia reflete-se na redução do tempo entre o planejamento e a execução de atividades, alterando a concorrência entre profissionais e empresas nos mais diversos setores, como saúde, direito, finanças, marketing e educação.
De acordo com o capixaba especialista em inteligência artificial e otimização de performance empresarial, Douglas Siqueira Corrêa, o cenário atual estabeleceu uma divisão no mercado. De um lado estão as organizações que utilizam a IA para testar hipóteses e ajustar estratégias em tempo real. Do outro, negócios que mantêm processos lineares e ciclos de decisão lentos.
“A diferença entre esses dois grupos não reside mais no acesso à tecnologia, que agora é praticamente universal, mas na velocidade de adaptação. O diferencial que antes estava apenas no conhecimento migrou para a capacidade de executar com velocidade e consistência”, afirma Corrêa.
Pesquisas de mercado indicam que a principal dificuldade de micro e pequenos empreendedores não é identificar as ações necessárias, mas sim estruturar e visualizar os dados operacionais da própria empresa. A ausência de ferramentas práticas resulta em acúmulo de burocracia interna e lentidão nas escolhas estratégicas.
Para atender a essa demanda, Corrêa, que atua há mais de dez anos no mercado de marketing digital, desenvolveu a “Gestão 360”. Trata-se de uma metodologia construída com inteligência artificial que condensa os dados da rotina corporativa para acelerar tomadas de decisão. O modelo já recebeu dois reconhecimentos de performance na plataforma global Hotmart.
A metodologia compreende em fornecer um diagnóstico sobre a gestão financeira da empresa, identificando os gargalos e apontando as soluções de uma forma guiada e prática para que o dono do negócio possa agir e tomar decisões mais assertivas baseadas em métricas, dados e dashboards automatizados.
“A maioria dos empreendedores sabe o que precisa ser feito, mas encontra barreiras para organizar e aplicar ferramentas que trazem clareza sobre o negócio. A inteligência artificial não atua como substituta dos especialistas, mas como uma aceleradora de etapas críticas, como análise de mercado, benchmarking e estruturação de ofertas”, explica o especialista.
O especialista enfatizou ainda que o avanço tecnológico exige que os profissionais deixem de operar apenas como executores de tarefas repetitivas. E mais: o novo perfil demandado pelo mercado envolve a operação de sistemas que unem conhecimento técnico, visão estratégica e ferramentas voltadas ao ganho de produtividade.
Diante da redução do tempo necessário para estruturar projetos – que passaram de meses para semanas ou dias –, o modelo produtivo exige respostas rápidas. “A transformação está em como aplicamos o conhecimento e ajustamos estratégias com base em dados de forma contínua. A reflexão que profissionais e organizações precisam fazer é sobre a velocidade com que estão se adaptando a esse novo cenário”, conclui Corrêa.
Fonte: Rita Diascanio – Contatus Comunicação














